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São Paulo – Uma das maiores e mais renomadas empresas de pesquisa do mundo na área de promoção da saúde, com estudos que embasam relatórios das Organizações das Nações Unidas e do Banco Mundial, o Gallup definiu cinco elementos inter-relacionados e interdependentes — propósito, social, financeiro, comunitário e físico — que são determinantes para o bem-estar completo do trabalhador.

“E apenas um em cada cinco indivíduos no planeta está prosperando em três ou mais elementos do bem-estar”, afirma o londrino Andrew Rzepa, especialista em gestão de negócios e consultor sênior do Gallup, responsável pela coordenação de estudos de bem-estar, promoção da saúde e seus impactos nas organizações.

A boa notícia é que o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial de países onde os trabalhadores prosperam em três ou mais elementos, alcançando, no ano passado, índice de 39% das pessoas. Um dos palestrantes do Fórum Sesi Qualidade de Vida para a Produtividade na Indústria, que aconteceu no fim de maio, no Rio de Janeiro, Rzepa fez questão de desvincular o bem-estar do PIB per capita. “Nos países da Primavera Árabe, o PIB aumentou ao mesmo tempo que o número de pessoas felizes e satisfeitas com a vida que levam caiu”, afirmou.

 

Mas reforça a ligação direta que existe entre bem-estar, engajamento e produtividade — e, consequentemente, os resultados das companhias. “Você pode definitivamente dizer que um empregado que prospera bem em todos os cinco elementos é mais produtivo”, diz. A seguir, a entrevista que Rzepa concedeu com exclusividade à VOCÊ RH.

VOCÊ RH - Qual a definição de bem-estar para o Gallup?

Andrew Rzepa - Fazemos uma pesquisa anual, que, em 2014, cobriu 143 países para entender as esperanças, os medos e os sonhos da população mundial. Conversamos com pessoas de 15 anos ou mais, e somente em países onde é possível cobrir 80% da população é que lançamos mão de entrevistas por telefone. Nós vamos até as pessoas.

Nos últimos dez anos investimos mais de 200 milhões de dólares nesse trabalho. E, para nós, o bem-estar vai muito além dos aspectos objetivos de renda, saúde, emprego e pobreza. Ele engloba também aspectos subjetivos, do valor que as pessoas dão à vida e das experiências — positivas e negativas — que elas têm diariamente.

Nós começamos pedindo às pessoas para pensar no dia anterior e lembrar se vivenciaram sentimentos positivos (se elas foram tratadas com respeito, sorriram, gargalharam, aprenderam alguma coisa ou se divertiram) ou negativos (se sentiram alguma dor física, preocupação, tristeza, estresse ou raiva) na maior parte do dia.

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